O Império, a Elite e a missão da Igreja em 1Samuel 8

Meu objetivo neste post é ver como a transição de Israel para um sistema de governo monárquico em 1Samuel 8 muda a sua percepção de Deus e exercício da missão. Vou começar analisando o Livro de Samuel no contexto da história de Israel, depois vou resumir a narrativa encontrada no oitavo capítulo e por fim fazer uma interpretação de seu significado para a fé cristã hoje.

O Livro e seu Contexto

O Livro de 1 Samuel está presente tanto no cânon hebraico quanto na Septuaginta, porém com diferenças surpreendentes. Considerando que a Septuaginta e as subsequentes Bíblias em latim e português dividem Samuel em dois volumes diferentes e classificam-o como um livro histórico, a Bíblia hebraica mantém-lo como um único volume, classificando-o entre os profetas antigos. Como eu to usando Bíblias em português nesta análise, a perícope de 1 Samuel 8 precisa ser vista primeiramente no contexto da história de Israel.

O primeiro volume de Samuel começa com o nascimento do profeta e termina com a morte de Saul, o primeiro rei de Israel. O livro e o capítulo à mão são importantes porque eles registram uma mudança sísmica na sociedade e política de Israel. No capítulo 8, Israel vai de um sistema de governo confederado onde o governo operava sob a orientação de líderes esporádicos políticos chamados “juízes”, à uma dinastia monárquica operando sob um único governante supremo que era o rei. Nessa transição, o profeta Samuel é o último dos juízes e morre no meio da narrativa do primeiro volume, e Saul é o primeiro dos reis e morre no final do livro com a ascensão da dinastia davídica.

1 Samuel também representa uma importante mudança de paradigma na relação entre Deus e Israel. Israel era especial porque Deus era seu governante (Ex 15:18, Juízes 8:22), o qual tinha chamado toda a nação para ser um reino de sacerdotes (Ex 19: 6). Israel era para ser ímpar entre as demais nações por causa do governo e da relação intervencionista do Senhor na sua história. No entanto, talvez por um sinal de soberania, Deus também estabelece diretrizes rígidas para um eventual sistema monárquico (Dt 17: 14-20). A perícope de 1Samuel 8 narra a chegada desta eventual mudança à monarquia, onde Israel rejeita sua relação com Deus como seu único governante soberano (1Sm 8: 7) e sua principal diferença entre as demais nações.

Esta mudança não surge de forma inesperada. A localização geográfica de Israel dentro de importantes rotas comerciais ligando a África com a Ásia e Europa significava que ele estava em contato constante com culturas estrangeiras. Estes intercâmbios culturais deixaram sua influência no tecido sociocultural de Israel. Israel não era um exemplo único. Outras nações também estavam prosperando devido às rotas comerciais que passavam por aquela região. Um destes povos eram os filisteus, os quais eram uma sociedade altamente urbanizada de marinheiros qualificados, pescadores e fabricantes de ferro. Os filisteus tinham poder econômico e militar. Eles haviam desenvolvido uma rede avançada de centros urbanos sob um sistema de hierarquia monárquica, o qual Israel procurou adotar. Embora o território de Israel não fosse grande, a influência de elementos estrangeiros eram mais aparentes nas regiões do norte. O convívio e intercâmbios culturais eram mais freqüentes naqueles territórios. Devido a esta influência, o norte e o sul de Israel se tornaram culturalmente distantes. Este fenômeno resultaria na divisão de Israel em dois reinos subalternos de Israel e Judá por volta de 930 a.C., após apenas três gerações de reis. Isso não só revela como as tribos de Israel estavam frouxamente unidas, mas também que a monarquia não conseguiu colmatar o abismo das diferenças culturais. Então, o clamor de Israel para ter um rei “como as demais nações” (1Sm 8: 5) deve ser entendido dentro deste contexto sociocultural.

Acima de tudo, 1 Samuel 8 apresenta a mudança para a monarquia como uma rejeição ao reinado de Yahweh, o qual era a principal distinção entre Israel e as demais nações. A instituição da monarquia sob o reinado de Saul data cerca de 200 anos após o Êxodo, e cerca de 160 anos depois da entrada em Canaã sob a liderança de Josué. 1Sam 8 segue um período de cerca de dezesseis juízes que incluiu Débora, Gideão, Sansão e Samuel, o último dos juízes. Antes de haver um rei em Israel, esses juízes agiam como figuras messiânicas (ungidos por Deus) que eram periodicamente levantados por Deus para libertar Israel de seus inimigos. O cargo vem da palavra hebraica שָׁפַט (shaphat), que significa “julgar no sentido judicial”, mas também significava “governar e vindicar”. Tradicionalmente, os juízes eram líderes temporários que foram levantados pelo Senhor para realizar uma tarefa específica por um período de tempo determinado. Um juiz jamais era para se tornar uma dinastia monárquica, como vemos quando Gideão recusa se tornar o rei do povo.

Ao contrário do sistema de sucessão real encontrado em monarquias, não parecia haver nenhuma condição especial para alguém se tornar um juiz. Eles só tinham que ser especialmente escolhidos (ungidos) por Yahweh, mas podiam ser de qualquer tribo de Israel, nível socioeconômico e até mesmo de qualquer sexo, como no exemplo de Débora. Com a instituição da estrutura monárquica, só os reis do sexo masculino de uma determinada família poderiam agora tornar-se as figuras messiânicas de Yahweh. De certa forma, a monarquia removeu o dinamismo pelo qual Yahweh elegia e usava seus servos. A monarquia centralizou e institucionalizou a autoridade, governo, riqueza e poder na pessoa do rei. Ela também centralizou a vida litúrgica de Israel quando Davi e Salomão constroem um templo que era ligado ao palácio real. Acima de tudo, ela segregou a sociedade hebraica e criou um tipo de sistema feudal, com servos, cavaleiros (generais) e senhores (família real). Neste esquema, a família real pertencia ao escalão superior, e o rei agia autonomamente como o ungido de Deus.

Síntese de 1 Samuel 8

A transição para a monarquia é resumida em 1 Samuel 8 de uma forma que não se pode encontrar em qualquer outro lugar na Bíblia. A idade de Samuel é importante neste contexto. 1Sm 8:1 afirma que ele estava ficando velho e contrário a outros juízes antes dele, Samuel elegeu seus próprios filhos para gerir em seu lugar. Como mencionado anteriormente, os juízes eram agentes missionais selecionados especialmente pelo Senhor para trazer justiça e libertação por um tempo específico. O cargo de juiz de Israel não passava de pai para filho e dependia apenas da eleição dinâmica de Yahweh. No entanto, os selecionados por Samuel foram seus próprios filhos, os mesmos que estavam pervertendo o culto à Deus e adicionando à opressão do povo. De qualquer forma, a má reputação dos filhos e a instalação deles como juízes tiravam a sua legitimidade de liderar Israel após a morte de Samuel. É neste cenário que os anciãos de Israel começam a procurar por um sistema de governo alternativo.

1Sam 8:4-5 parece repetir a narrativa em que Israel busca um único indivíduo para representá-los perante o Senhor (Dt 5: 5). Ao pedir um rei, Israel modela sua ordem social no exemplo estabelecido por outras nações ao redor. A monarquia passa a existir em contraste ao desejo de Deus. Esta nova ordem social não era inspirada pela Torá, através da qual o Senhor poderia estabelecer sua justiça e governar por meio da aliança, e nem pelos juízes, através dos quais o Senhor poderia redimir e ser glorificado por meio da administração de justiça (Juízes 7: 2). A nova proposta de uma monarquia é apresentada como uma rebelião e um motim contra o Yahweh. Ela irrita Samuel, que se sente rejeitado pelo povo (talvez porque seus sucessores eram incapazes de administrar a justiça). Mas o Senhor deixa claro que é o Senhor é o que está sendo rejeitado. De qualquer maneira, em vez de eliminar quem está tentando usurpar o trono (como qualquer outro rei faria sob a ameaça de usurpação), Senhor concede autonomia e auto-determinação à Israel. Yahweh, em seguida, “concorda” em compartilhar seu o poder e autoridade com um único líder humano, o qual ele mesmo elegeria e ungiria.

Embora o Senhor conceda dar a Israel um rei, em 1Sm 8:10-18, Deus pinta um quadro contrastante entre a sua teocracia e a monarquia. Samuel prediz a criação de novas camadas na sociedade que iriam remodelar a ordem social de Israel. Ele alerta o povo contra a centralização do poder e da riqueza, o que eventualmente levaria ao abuso de poder, injustiça judicial e desigualdade social. Em última análise, a auto-determinação de Israel levaria ao abandono dos direitos e liberdades pessoais que cada um tinha diante de Deus. Este movimento era contra o modelo teocrático de Yahweh, o qual administrava justiça através o ofício messiânico dos juízes e profetas. Yahweh prediz que os valores do Egito estavam agora infiltrando à Israel. Contudo, o maior contraste era que o governo de Yahweh por meio da Lei resultava em liberdade, enquanto o modelo de dinastia monárquica levaria ao abuso de poder e perda de direitos individuais.

No entanto, o povo ainda pede um rei em 1Sm 8: 19-20. O que Israel queria era um representante militar que existiria com o único propósito de protegê-lo contra os filisteus. No sistema pré-monárquico, Israel não possuía um exército profissional. Seus guerreiros eram mal equipados e muitas vezes lutavam guerras utilizando equipamentos agrícolas. Faltava-lhes indústria e ferreiros que poderiam forjar armas ou afiar suas ferramentas agrícolas. Os israelitas tinham de entrar em cidades filisteias para afiar suas ferramentas. De certa forma, os anciãos de Israel haviam visto no sistema monárquico uma oportunidade para modernizar a sociedade judaica como os filisteus ao seu redor já haviam feito. Visando ter um general-rei e uma sociedade centralizada, Israel estava disposto a pagar altos impostos, ser forçado ao trabalho servil e até mesmo abdicar de suas propriedades pessoais. Após ter admoestado o povo contra a centralização do poder, em 1Sm 8: 21-22, o Senhor finalmente “concede” e Samuel começa a se preparar para a transição.

Importância para a Fé Cristã

1Samuel 8 carrega uma enorme importância para a fé cristã hoje. Este texto fala da relação direta entre Deus e o povo de Deus e da relação do povo com o seu Deus. Ao mesmo tempo, ele fala da necessidade constante sentida pelo povo de Deus para ter representação, liderança e orientação. Antes da monarquia ser instituída em Israel, pode-se notar um envolvimento dinâmico de Deus na vida e história de Israel por meio de profetas e juízes. Tirando o Tabernáculo e o sacerdócio levítico, não havia sequer uma estrutura pela qual Deus se relacionava com Israel per se. O próprio Tabernáculo não tinha um local fixo. Ele se movia livremente pela terra de Canaã, indo de Siló a Gilgal e Ramá. Outro exemplo desta fluidez pode ser visto no tempo dos juízes. Esta foi uma época em que o Senhor parecia usar pessoas ordinárias para realizar coisas extraordinárias. Entre alguns desses juízes ​​estva Débora, uma mulher que se tornou uma comandante militar, e Gideão, um homem comum com um complexo de inferioridade que liderou um batalhão de trezentos homens contra um exército de mais de cem mil soldados. A interação do Senhor com Israel pré-monarquia era certamente dinâmica e fluida.

Ao mesmo tempo, o fato de que o Senhor concede a vontade do povo em 1 Samuel 8 mostra um outro nível de dinamismo. De certa forma, isso revela que o relacionamento de Deus com Israel era baseado numa aliança bilateral firmado numa estrutura dialógica. Neste capítulo, Deus e o povo estão em constante comunicação. O povo pergunta e Deus responde. Deus decreta e o povo (muitas vezes) obedece. Pela aliança e circuncisão, o povo se adapta à Yahweh, mas em 1 Samuel 8:22, Yahweh também parece adaptar-se ao povo. A divindade de Deus parece ser epigenética. Embora a monarquia estivesse longe de ser o sistema ideal, em última análise Deus permite a sua instituição. Deuteronômio 17:14 revela que medidas para um sistema monárquico já haviam sido tomadas. Escrevendo sobre esse dinamismo de Deus, o especialista em Antigo Testamento Dr. John Goldingay observa que,

“A monarquia é teologicamente inadequada, mas praticamente necessária. É um ato de rebelião pelo qual Deus opera. A história cristã como de costume repete a trajetória da história de Israel. O evangelho procura reintroduzir o reino de sacerdotes (1 Pedro 2:9) e na igreja primitiva não havia lugar para comunidades sendo lideradas por apenas uma pessoa. Mas tudo termina em caos assim que a Igreja inventa o “episcopado monárquico”, igrejas lideradas por um pastor sênior. Tudo isso por uma maior capacidade controlar heresias, porém ao mesmo tempo favorecendo abusos.”

De fato, ao longo de dois milênios a Igreja tem repetido a história de Israel adotando uma estrutura monárquica a fim de guiar seu povo e proteger os seus interesses e dogmas. Durante certos momentos da história, líderes da igreja chegaram a ser consideramos pseudo-reis. Talvez em nenhum outro lugar tem a adoção de estruturas de liderança monárquicas sido mais presente do que no segmento latino-ocidental do cristianismo com o catolicismo e as ramificações protestantes. Neste contexto, política e governo foram fortemente entrelaçados com a eclesiologia, a ponto da mais alta ordem de líderes, os bispos, tomarem postos em tronos literais. Bispos começaram a ministrar em catedrais, onde uma cathedra (palavra latim para trono) estava presente. A palavra catedral em si vem do termo cathedra, e se tornou como um palácio onde estava trono e vereditos eram emitidos. Embora este tipo de eclesiologia possa ser vista começando desde a época do Edito de Milão de Constantino em 313 d.C., é na Europa pré-medieval que vemos o surgimento de um papado real através de conceitos como a “primazia do bispado de Roma” e a alegada “sucessão” do Apóstolo Pedro.

A história registra que a briga pelo poder monárquico começa quando o bispo de Roma se auto declara a mais alta autoridade no cristianismo. Por meados dos anos 700 d.C., o bispo de Roma começa a estabelecer e remover impérios que estavam sob a sua jurisdição. A religião se une ao poder político para assim estabelecer uma autoridade suprema sobre o reinado cristão. Como Samuel e Saul, bispos estabelecem imperadores e imperadores protegem a bispos com os seus exércitos. Esse idealismo é visto na instalação de Carlos Magno como um novo imperador romano cristão por nomeação do Papa Leão III em 800 d.C. Carlos Magno usou sua autoridade recém descoberta e poder militar para lutar em guerras contra os cristãos do oriente e a burguesia de Roma, os quais ambos se opunham à autoridade máxima do papado. Isso foi feito para garantir a autoridade do Papa sobre a cidade e propagar o cristianismo Latino pela Europa, o qual foi muitas vezes feito através de conversões forçadas e batismos violentos. Este casamento de eclesiologia e monarquia continuou durante todo o período medieval, inspirando esforços tais como as cruzadas cristãs contra o Islã e a colonização da África, Ásia e Américas sob decretos papais classificados como “missões cristãs”.

Junto com a eclesiologia e missiologia, o pensamento monárquico também impactou a produção da teologia per se. Uma teologia de Deus que agora é conhecida como o Teismo Clássico, tornou-se a teologia dominante durante o período medieval estendendo pelo Renascimento e modernidade européia. Em parte inspirado pelo contexto sócio-político da Europa medieval e o legado do pensamento helenístico aristotélico, o Teismo Clássico interpretava a Deus monarquicamente (não confundir com Monarquianismo) e hierarquicamente. Para teístas clássicos, Deus era como a realeza, completamente transcendente, onipotente e impassível. Deus não podia ser afetado por mudança, sofrimento ou potencialidade. Deus era simples e atemporal. De certa forma, Deus era como um rei, habitando num lugar de poder absoluto completamente transcendente da realidade dos demais. Nesta visão, Deus não passível ou afetado pelo sofrimento da sua criação. Este processo de teologia se tornou conhecido como “fazer teologia a partir de cima”. Quando visto de cima por uma perspectiva monárquica, Deus é estudado como sendo completamente desvinculado da criação, de eventos históricos e da realidade temporal. A justiça de Deus acontece por decreto unilateral num universo governado por leis imutáveis, ao invés de pelo envolvimento dinâmico do povo de Deus na potencialidade de acontecimentos na criação. Essa visão influenciou a teologia de Tomás de Aquino e reformadores que surgiram séculos depois. Ela também foi a base do entendimento do universo de Galileo e de Isaac Newton. Em última análise, o Teismo Clássico falhou em fazer justiça aos relatos bíblicos de um Deus que zela, é sensível, amoroso e até mesmo ciumento pelo seu povo. Essa visão tampouco faz justiça à cosmologia de hoje, a qual é baseada numa interpretação quântica e dinâmica da realidade. Hoje, o Teismo Clássico é uma aberração à epigenia e plasticidade relativa que vemos em Yahweh em 1Sm 8.

1Samuel 8 fala de um Deus que é dinamicamente envolvido na vida e no propósito do seu povo no mundo. Em 1Sam 8 vemos que Yahweh é um Deus que conduz, escuta e responde ao clamor do seu povo. No entanto, Deus também é para ser temido e adorado com reverência. Ao combinar a transcendência com a imanência de Deus, descobrimos que o Yahweh é onipotente e soberano sobre toda a criação. Yahweh é o Senhor dos exércitos, que instala e remove reis e governantes. No entanto, o Senhor também mostra contenção e mudança, permitindo a liberdade de escolha e auto-determinação ao povo de Deus. Além de ser onipotente, Yahweh também é onisciente. Deus prediz as consequências das escolhas de Israel e pronuncia o julgamento de suas ações. Ele é digno de confiança e fé. Por último, o Senhor também é onipresente. Deus é transcendente e é o único que pode delegar autoridade à um rei. Mas ao mesmo tempo, Deus habita em meio ao seu povo, sendo completamente imanente e ativo na realidade presente ouvindo Israel e respondendo aos seus clamores por justiça.

Em conclusão, 1Samuel 8 nos obriga a lutar com perguntas a respeito de nossa teologia de Deus, eclesiologia e missiologia. Ele nos obriga a olhar para as nossas estruturas de poder, hierarquia e a administração de autoridade. 1Sam 8 nos faz refletir sobre a vida comunitária entre Deus e o seu povo. Nesta passagem vemos que autoridade e poder devem ser instrumentos para a justiça e paz. Acima de tudo, descobrimos que a missão da Igreja é parte de um processo de colaboração entre um Deus que soberano porém imanente, com uma humanidade autônoma porém dependente de Deus. Deus se junta aos que sofrem e nos chama a fazer o mesmo através de um envolvimento dinâmico que produz uma realidade renovada. Aprendemos que o Senhor é um tipo diferente de rei. Yahweh é um rei misericordioso, que embora sendo Deus não usa o poder divino para ganho egoísta. Yahweh é o Eu Sou encarnado em Jesus Cristo. Ele é o Servo-Rei que “mesmo sendo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus, mas a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens. E, achado na forma de homem, humilhou-se e tornou-se obediente até a morte, e morte de cruz (Fil 2: 6-8) “.

Que possamos seguir este mesmo exemplo!

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