Uma pesquisa encomendada pelo International Mission Board ao Barna Group perguntou a jovens cristãos americanos o que pensam sobre missões transculturais. O retrato é de tensão, não de apatia.
Entre os cristãos engajados de 18 a 34 anos, 52% se veem como “missionários em potencial”. Ao mesmo tempo, 42% concordam que “a missão cristã está manchada por sua associação com o colonialismo”. E um em cada quatro é o que a Barna chama de “cético solidário”: apoia financeiramente um missionário ou já foi ao campo, mas questiona os métodos. (Barna Group, The Future of Missions, 2020; amostra de cristãos americanos engajados)
A nova geração não é menos missionária. É missionária com perguntas diferentes.
Mobilização sem formação vira ativismo; formação sem mobilização vira teoria. A igreja precisa das duas: discipular o questionamento em vez de descartá-lo.
Como a sua igreja está discipulando os jovens que já querem ir?




